Lusa

Lusa

Notícias da Agência Lusa

O Presidente angolano pretende rever, durante o primeiro semestre deste ano, o modelo do setor petrolífero aprovado pelo anterior chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, lançando a Agência Nacional de Hidrocarbonetos e Biocombustíveis.

O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) assume a promoção de legislação para a realização das primeiras eleições autárquicas no país como uma das principais ações deste ano na agenda política do partido, no poder desde 1975.

Um advogado e defensor dos direitos de prisioneiros políticos da Guiné Equatorial disse hoje à agência Lusa que existem pessoas "próximas" do Presidente equato-guineense, Teodoro Obiang Nguema, que "financiaram mercenários" para concretizarem um golpe de Estado no país.

O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) considerou hoje limitado o modelo da primeira conferência de imprensa realizada pelo Presidente angolano, por não ter permitido a estes profissionais a possibilidade de "replicar ou aprofundar as questões".

O líder parlamentar da UNITA desafiou hoje o MPLA, que suporta o Governo angolano, a aprovar um projeto de lei daquele partido para regularização de património não declarado, prevendo o pagamento de uma taxa de 45% ao Estado.

Os projetos de investimento privado em Angola sujeitos à aprovação do Presidente da República deverão passar da fasquia dos 10 milhões para 50 milhões de dólares, conforme proposta em análise pelo executivo angolano.

Numa conferência de imprensa inédita, presidente rejeitou perseguição à família de José Eduardo dos Santos. Especialistas dividem-se no balanço dos 100 dias de governo.

Morgan Tsvangirai, de 65 anos e que luta há dois contra um cancro no cólon, lidera o maior partido da oposição zimbabueana, Movimento para a Mudança Democrática (MDC, na sigla inglesa) desde a fundação desta força política, em 1999.

O Presidente angolano, João Lourenço, assumiu hoje a necessidade de aumentar os salários em Angola, nomeadamente na Função Pública, mas admitiu que isso só poderá acontecer quando a economia "estiver melhor" e o número de trabalhadores for reduzido.

O Presidente angolano admitiu hoje que precisa de ter "coragem e a determinação" para garantir, com êxito, combate à corrupção em Angola, reiterando que o fenómeno atingiu os níveis atuais devido à impunidade.