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O “Top dos Mais Queridos” consagrou o músico Yannick Afroman como o mais querido do universo musical angolano, com a música intitulada “Bakongo”, que faz parte da última obra discográfica do referido artista com uma presença e lugar fortes na cultura angolana, apesar da origem do estilo da sua linha musical, encarada com alguma marginalidade quanto à sumptuosidade do Semba, da Rebita, da Kabetula, da Kabecinha, etc.

Adalberto Costa Júnior ou Raul Danda seriam bons presidentes para a UNITA mais já sei que nunca serão: Tenho muito respeito, admiração e consideração pelo mais velho Samakuva.

Pela forma como a UNITA organizou as cerimonias fúnebres que marcou o adeus a Jonas Savimbi, apesar de algumas fintas que os pontas de lance. Do radicalismo dentro do MPLA foram tentando aplicar, mostrou um grau muito elevado de maturidade, competência e respeito.

Acabei de ver a peça da TPA, no Telejornal, sobre o funeral de Savimbi e logo a seguir a TPA passou uma peça muito intencional para elevar a imagem do presidente da República João Lourenço.

Eu já escrevi uns poucos textos onde disse que a UNITA por mais que se pinte jamais cairá na graça de tanta gente que teve sempre. E ainda têm muito poder dentro do MPLA fazendo parte do governo ou não, a tal que é considerada geralmente por ala radical deste partido.

Só o Presidente João Lourenço pode permitir a abertura dos arquivos para responder aos pedidos de explicações dos filhos e netos das vítimas da trágica repressão que se seguiu ao 27 de Maio de 1977.

Quando se está em maus lençóis, até os amigos se tornam inimigos, onde já se viu uma Palanca TV, dirigida por Rebelas, aliás, é este o Patrono desta televisão privada, hoje a efectivar – se como opositores primeiros de Sua Excelência Senhor Presidente JES.

Foi muito interessante ver um debate que aconteceu algures em Luanda entre Adalberto Costa Junior (presidente do grupo parlamentar da UNITA) e Archer Mangueira (ministro das Finanças). A parte que mais retive no debate é a que dá título a esta minha reflexão. Na verdade, é uma pergunta que já levantei noutras reflexões.

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