Gazeta Uigense - Opinião

Quando se está em maus lençóis, até os amigos se tornam inimigos, onde já se viu uma Palanca TV, dirigida por Rebelas, aliás, é este o Patrono desta televisão privada, hoje a efectivar – se como opositores primeiros de Sua Excelência Senhor Presidente JES.

Foi muito interessante ver um debate que aconteceu algures em Luanda entre Adalberto Costa Junior (presidente do grupo parlamentar da UNITA) e Archer Mangueira (ministro das Finanças). A parte que mais retive no debate é a que dá título a esta minha reflexão. Na verdade, é uma pergunta que já levantei noutras reflexões.

O novo Executivo, armado de verdades próprias, insiste que Isabel dos Santos não tem projectos que saibam dar soluções à onda de desemprego em Angola.

Vivemos um admirável mundo de perseguições e vingança à família Eduardo dos Santos, que transformou o palco angolano, num belo local à ser realizado um filme de terror, pensado e projectada pelo homem dos setes ofícios da secreta angolana (Fernando Garcia Miala), dirigido pelo novo homem do leme angolano (João Manuel Gonçalves Lourenço) e implementada pelo General do Ministério Público angolano (Hélder Fernando Pitta Grós).

Abatendo – se nos dias de hoje, a nação ficou vítima de agitação e entusiasmo social, além disso, está o fim inevitável do MPLA, caso, João Lourenço e Fernando Miala não sepultem de uma vez por todas o plano de vingança, perseguição e caça - às - bruxas à família Eduardo dos Santos.

A expressão não é do Vanguarda. É do presidente do maior partido político angolano, fazendo fé a luta contra à corrupção, impunidade e bajulação. Os discursos que fazem referência ao combate cerrado contra este fenómeno já não são poucos.

Por Antonio Pedro

O facto de ter uma fortuna de mais de 50 milhões de dólares em seu nome, já o coloca na lista dos marimbondos: João Lourenço também é um marimbondo.

Quase está perto de atingir o topo, do seu segundo ano de mandato, porém, os problemas continuam parados no corpo da nação angolana como musgos crescentes em troncos velhos: desemprego crónico e em incremento progressivo, saúde precária, educação totalmente péssima, renda per capta baixa, custo de vida altíssimo, criminalidade em alta, condições de subsistência do povo inexistentes (falta de esgotos, valas de drenagem, saneamento básico ambiental ineficaz), falta de luz eléctrica para todos, falta de água potável, alimentação caríssima, roupa caríssima, qualidade de vida inexistente, mortalidade materno – infantil estacionária, transportes públicos escassos, a fome e seca em alta, analfabetismo em alta, a pobreza extrema profunda para muitos angolanos.

Página 1 de 6