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Será desta que Donald Trump vai receber João Lourenço?

A intervenção no debate anual da Assembleia Geral das das Nações Unidas será o ponto central da visita prestes a iniciar aos Estados Unidos (Nova Iorque e Washington) pelo presidente angolano. Mas uma visita à Casa Branca é há muito objectivo do "staff" de Lourenço e do seu "lobby" (o formal e o informal...) em Washington. Até agora, sem correspondência concreta da parte da administração Trump.

Independentemente do (des)interesse de Trump e seus principais conselheiros por Angola (e África...), os Estados Unidos têm acompanhado de perto o início do mandato de João Lourenço, prestando apoio público a múltiplas iniciativas. Dúvidas iniciais quanto à estabilidade do país têm vindo a desvanecer-se.

E, conforme relatamos no último Africa Monitor Intelligence, a instabilidade noutros países da região - nomeadamente a África do Sul - cada vez mais aguça o interesse do Departamento de Estado e do Departamento de Defesa, e o empenho para que a transição seja um sucesso. E Lourenço tem condições para se impor como uma referência para a estabilização e boa governação na região.

Mais difícil tem sido convencer os empresários norte-americanos a investir. E os sinais de crise económica avomulam-se. O desespero dos jovens angolanos à procura de emprego foi exposto à luz do dia, na mesma altura em que o Instituto Nacional de Estatística publicava as suas primeiras estatísticas completas sobre emprego. O retalho é um dos sectores onde a crise se tornou mais evidente. E as dificuldades na Sonangol já se fazem sentir até em São Tomé e Príncipe. AM

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Last modified on Segunda, 16 Setembro 2019 12:08
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