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Gazeta Uigense

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João Lutonadio da Bragança

Jornalista e Redator do Diário regional Gazeta Uigense 

gazetauigense@gmail.com

O professor universitário Domingos da Cruz disse hoje à Lusa que não há medidas concretas em Angola para melhorar a vida dos cidadãos, considerando que as reformas lançadas por João Lourenço não mostram uma estratégia económica.

O filho do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos acusado dos crimes de peculato e branqueamento de capitais prescindiu dos serviços da sociedade de advogados que o representava e requereu um defensor oficioso.

Cidadãos angolanos em Portugal vão ser os primeiros a beneficiar do processo de regularização do registo civil e atribuição do Bilhete de Identidade, preocupação que levantam há vários anos, anunciou hoje o Governo de Angola.

A moeda nacional angolana perdeu 15,8% este mês, segundo os dados oficiais do Banco Nacional de Angola, que reviu novamente os câmbios esta tarde, o que arrastou o kwanza para uma perda de 31,3% desde janeiro.

O Vaticano esteve a investigar um investimento de 200 milhões de dólares (180 ME) considerado pouco transparente, que envolveu o empresário angolano António Mosquito, informou hoje o jornal Financial Times.

O Tribunal Provincial de Luanda decretou, ontem, a falência do Banco Mais, na sequência de um recurso que a instituição bancária interpôs à instauração da acção de falência instaurada pelo Serviço de Recuperação de Activos da Procuradoria Geral da República.

O deputado Alcides Sakala Simões afirmou ontem, em Luanda, que se candidata à liderança da UNITA para reafirmar o papel do partido como “vanguarda democrática dos angolanos” e alcançar o poder político em 2022.

A consultora Eurasia considera que a nomeação de Vera Daves para ministra das Finanças de Angola vai garantir "continuidade e mais clareza às políticas económicas" daquele país, mantendo a remoção dos subsídios e o foco na diversificação.

A petrolífera estatal angolana está a investigar as razões da retenção do seu navio-sonda "Sonangol Quenguela" na Malásia, alegadamente por ter ancorado sem autorização em águas territoriais daquele país asiático, anunciou hoje a empresa em comunicado.

Trinta e um estabelecimentos comerciais já foram suspensos, desde 3 de Outubro, por cobrança indevida do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) na venda de bens e serviços.