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O Estadista fala pela segunda vez na maior tribuna mundial, depois de ter assumido as funções de Presidente da República e Comandante em Chefe das FAA, em Setembro de 2017.

O Presidente da República de Angola, João Lourenço, manifestou hoje “solidariedade para com os sinistrados” da explosão ocorrida no sábado em Cabinda, garantindo que “tudo está sendo feito em Luanda” para salvar as vítimas.

A Presidência de Angola anunciou hoje a exoneração do general Adão Adriano António do cargo de vice-procurador-geral da República para a Esfera Militar e do cargo de Procurador Militar das Forças Armadas Angolanas.

O ex-presidente do Fundo Soberano de Angola José Filomeno dos Santos vai começar a ser julgado a 25 de setembro. "Zenu", como é conhecido em Angola, é acusado de branqueamento de capitais e peculato.

O principal partido da oposição angolana, UNITA, inicia esta segunda-feira o período de entrega de candidaturas à liderança do partido, mas apenas dois possíveis sucessores de Isaías Samakuva assumem a candidatura.

A intervenção no debate anual da Assembleia Geral das das Nações Unidas será o ponto central da visita prestes a iniciar aos Estados Unidos (Nova Iorque e Washington) pelo presidente angolano. Mas uma visita à Casa Branca é há muito objectivo do "staff" de Lourenço e do seu "lobby" (o formal e o informal...) em Washington. Até agora, sem correspondência concreta da parte da administração Trump.

A jovem de 34 anos técnica do Ministério das Finanças, Ilda de Fátima da Silva Almeida Martins, foi eleita, sexta-feira, primeira secretária provincial da JMPLA na Huíla, cargo ao qual concorreu sozinha, substituindo o deputado Bartolomeu Catica, que esteve 12 anos a frente da organização.

O líder do grupo parlamentar da UNITA, Adalberto da Costa Júnior, acusou hoje os órgãos de comunicação social públicos de estarem a silenciar as VIII Jornadas Parlamentares que decorrem de 09 a 14 de Setembro de 2019, nas províncias da Huíla e Cunene.

Antigo primeiro-ministro, ao tempo de José Eduardo dos Santos, e hoje administrador não-executivo da Sonangol, Marcolino Moco confessa-se preocupado por se pensar que “toda a gente tem de ir para a cadeia”, questionando-se sobre quem se poderá salvar. Insiste numa “justiça restaurativa” e sugere a mudança de filosofia, já que o “poder é para servir e não para fazer vinganças”.

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