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Dois camaroneses e uma angolana são detidos suspeitos de aplicar golpe do 'dólar negro' no Brasil

Polícia prende três suspeitos de falsificar dólares na Zona Leste de São Paulo ( Brasil )

Os camaroneses Jean Abondo Oyono, de 34 anos, e Ismaila Koda, de 39 anos, já tinham passagem pela polícia pelo crime de estelionato. Além deles, a esposa de Ismaila, Fabia Natercia da Fonseca Koda, de 38 anos de nacionalidade angolana, também foi detida. Os três vão responder por estelionato e associação criminosa.

Três pessoas foram presas na tarde desta segunda-feira (19) em São Paulo acusadas de aplicar golpes com notas falsas de dólar. Empresários procuraram uma delegacia na região do Tatuapé, na Zona Leste da cidade de São Paulo Brasil, para denunciar o crime.

Segundo a polícia, os criminosos apresentavam um papel preto às vítimas e dizia que, para que ela fosse usada no mercado, era necessário aplicar um produto químico. A justificativa era a de que o dinheiro entrava no Brasil sem pagar imposto e sem ser rastreado. No fim da aplicação do produto, as notas ficavam desgastadas e o dólar era vendido a um valor mais baixo que o de mercado.

Há duas semanas, três empresários pagaram R$ 300 mil (U$ 77 mil) pelo papel preto e, ao receberem o líquido dos golpistas, descobriram que era água sanitária. Os homens procuraram a polícia, que orientou as vítimas a marcar um novo encontro e, na tarde desta segunda-feira (19), conseguiu prender os criminosos.

Além do papel preto, os policiais apreenderam uma impressora que era utilizada para imprimir dólares falsos que eram colocados em meio às cédulas verdadeiras, dando a impressão de que havia um grande volume de dinheiro para ser vendido.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, os empresários que compraram esses dólares falsificados não foram presos e nem enquadrados em nenhum crime.

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