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Polícia trava manifestação que visava pôr fim a perseguição da família de Eduardo dos Santos

Dia 31/8/2019, era a data em que um grupo de 78 jovens, estava prestes à pôr fim a perseguição ao Excelentíssimo Senhor Eng. José Eduardo dos Santos e sua família. Neste âmbito, uma manifestação pacífica, sem uso de força, estava prestes à acontecer nas ruas de Luanda.

A manifestação tomaria por acto uma marcha pacífica, cujo percurso tinha por ponto de partida, o Largo Primeiro de Maio, atravessando a Cidade Alta, passando pela Assembleia Nacional e terminando no São Paulo, junto a Rádio Eclésia. A manifestação era executada em virtude do 77º aniversário do Patriota, cuja índole visava enaltecer os feitos de José Eduardo dos Santos, enquanto Presidente da República, pôr fim a perseguição à sua família, essa manifestação era encabeçada por João Hungulo.

Uma outra actividade, visando enaltecer os feitos de José Eduardo dos Santos, seria realizada neste dia, a ser encabeçada por Miguel Madeira. Ambas as actividades eram visadas no plano de enaltecimento da figura patriótica de José Eduardo dos Santos. Porém, o caso da manifestação, tinha por alvo, pôr fim a perseguição à José Eduardo dos Santos e sua família que tem vindo a ser desenvolvida pelo actual executivo angolano dirigido pelo General João Lourenço.

Os jovens dispostos à tal manifestação viriam de diversas localidades de Luanda, e estavam prontos para tal fim, porém, a Polícia Nacional pôs – se as ruas com aparato excessivamente militarizado, bloqueando todas as vias de que a manifestação estava prestes à dar por iniciada, antes mesmo de começar a manifestação, os manifestantes enviaram emissários para ver se poderiam pôr – se as ruas, mas o resultado foi um desastre colossal, um batalhão de policias fez – se presente nas cercanias do Primeiro de Maio, exibindo todos os meios de força para fazer recuar a vontade dos jovens dispostos a gritarem a fim de pôr fim a perseguição a família de Eduardo dos Santos.

Com efeito, o responsável da manifestação que exigia pôr fim a perseguição a família de José Eduardo dos Santos e exaltar os feitos de José Eduardo dos Santos, sentiu – se indignado, com o desprezo a que estava voltada a Polícia Nacional que tratou de arruaceiros os manifestantes prestes à porem – se às ruas e gritar alto, solicitando socorro para o fim da perseguição a família de Eduardo dos Santos. Em contraste, os que hoje maldizem Eduardo dos Santos, incluindo a própria Polícia Nacional, foram os mesmos que ontem bajulavam José Eduardo dos Santos, e que gozavam de primazia em todas as esferas sociais e económicas, porém, como o destino é tão irónico, hoje menosprezam o dia de José Eduardo dos Santos atando – o à um silêncio de morte. A polícia nacional tratou de ser uma manifestação cujo teor visava impor vandalismo na acção pública, uma verdadeira farsa, os manifestantes não tinham nada para fazer senão gritar alto e dizer parem de perseguir o Patriota e sua família, não houve nenhuma intenção que visasse para além de exaltação dos feitos de José Eduardo dos Santos e pôr fim a perseguição a família de José Eduardo dos Santos. A vontade da polícia soma – se outras prepotências não menos aberrantes: a vontade de prende os manifestantes e torturá – los, sob risco de serem mortos ao longo da manifestação.

Enquanto isso, João Lourenço, terá anunciado haver uma nação livre, mas está aqui a prova, de que a liberdade de expressão e de se manifestar a cada dia que passa, vai conhecendo o seu fim. O facto da Polícia Nacional travar com força a vontade dos 78 jovens que queriam se manifestar para expressar o seu descontentamento no âmbito da perseguição à família de Eduardo dos Santos é prova clara de que Angola continua nas malhas da ditadura.

É errado pensar que a posição dos 78 jovens liderados por João Hungulo, simboliza tão – só a expressão de uma voz isolada dentro do alto descontentamento do povo angolano, no âmbito da perseguição à família de Eduardo dos Santos. Há variadas pessoas atadas ao medo, descontentes com essa acção de João Lourenço que visa perseguir de forma implacável a família de José Eduardo dos Santos e transformar o dia 28 de Agosto, num dia vão.

Enquanto o 28 de Agosto é comemorado pelos angolanos que até então amam José Eduardo dos Santos, João Lourenço aproveita esse dia numa acção diplomática no Japão, a TPA, RNA, e nenhuma das estações televisivas de Angola, nem sequer radiofónica preocupa – se em noticiar esse dia. Numa tentativa de enaltecimento do dia do Patriota, João Hungulo, terá acorrido a FM e a TV Palanca, com o intuito de falar sobre a importância histórica do 28 de Agosto, mas o mar de desprezo pelos servidores destas instituições de informação está longe de ser plausível, o desprezo é enorme, e ninguém quer ouvir mais falar sobre o 28 de Agosto entre esses indivíduos, na pessoa do director para informação da TV Palanca, vieram vozes pintadas de desprezo contra pessoa de José Eduardo dos Santos, acusando – o de não ser um homem de interesse público, e que o seu dia assemelha – se a qualquer dia, a recusa para noticiar o seu dia, numa entrevista de que João Hungulo estava disposto à tecer, era enorme.

Sabe – se hoje, de que o País foi tomado por tremendos interesseiros, tal quanto João Lourenço faz de Eduardo dos Santos e a sua família, esperará que sê – lo - à pago pela mesma moeda, quando for substituído por quem quer que seja.

Bem – haja ao 28 de agosto, e gritemos todos: fim a perseguição a família de Eduardo dos Santos.

Por João Hungulo

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