Gazeta Uigense - Novo PlanoTarifário de Água Potável pode ser revisto

Novo PlanoTarifário de Água Potável pode ser revisto

O novo Plano Tarifário de Água Potável, em vigor desde Junho de 2018, deve ser revisto e ajustado para melhor servir a população nacional, concluíram hoje os participantes do encontro de avaliação deste documento legal.

A necessidade de alteração deste documento decorre do facto de os indicadores de consumo suscitarem muitas reclamações dos consumidores e dúvidas, relativas à desproporção entre o consumo e o valor a ser pago.

O fórum, que contou com a participação de responsáveis e técnicos das províncias do Uíge, Bengo, Cabinda, Malange, Cuanza Norte, Luanda e Zaire, foi orientado pelo Presidente do Conselho da Administração do Instituto Regulador dos Serviços de Electricidade e de Água (Irsea), Luís Mourão.

Na abertura do evento, o Presidente do Conselho da Administração do Irsea, afirmou que, por ser o primeiro encontro do género, os técnicos e responsáveis do sector têm a oportunidade de reflectir sobre o que foi realizado durante aplicação do novo plano tarifário, implementado no período de Junho de 2018 a Abril de 2019.

Na ocasião, o gestor aconselhou os participantes a contribuírem com sugestões para possíveis alterações, atendendo a necessidade de se melhorar a prestação dos serviços públicos, com vista a melhoria das condições básicas de vida da população.

Já a Presidente do Conselho da Administração da Empresa de Águas e Saneamento do Uíge (EASU), Emília Dias Fernandes, considerou o evento de extrema importância, porque visa encontrar melhores soluções para o bem-estar das empresas e da vida dos clientes.

Realçou que as as sugestões apresentadas no fórum vão ajudar a melhorar o Plano Tarifário de Água Potável do País.

Durante o workshop, os participantes abordaram matérias ligadas à implementação e alcance dos objectivos do novo plano tarifário, assim como as metodologias do seu desenvolvimento e as actividades a serem executadas pelas empresas do ramo e outros aspectos técnicos ligados ao assunto.

Participaram da avaliação, responsáveis e técnicos das empresas das águas e do IRSEA, nomeadamente do Uíge, Bengo, Cabinda, Malange, Cuanza Norte, Luanda e Zaire.

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