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Lusa

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Notícias da Agência Lusa

Angola prevê gastar mais com salários aos mais de 100.000 militares em 2018 do que o funcionamento de hospitais, centros de saúde e maternidades, realidade que o Presidente angolano admite como incontornável.

O Governo angolano incorporou no 'stock' da dívida pública governamental, durante a administração de Isabel dos Santos na Sonangol, um financiamento contraído pela petrolífera estatal de US$ 10 bilhões  (8.170 milhões de euros), revelou hoje o ministro das Finanças.

Marinho e Pinto, ex-bastonário da Ordem dos Advogados, defende que Manuel Vicente deveria ser julgado em Angola. Além disso, elogia a procuradora-geral da República, mas defende a sua saída no final do mandato.

A situação dos direitos humanos em Angola ainda preocupa, pois persistem ainda violações a vários níveis, mas a eleição do novo Presidente alimenta a esperança, com as promessas de combate à corrupção e à má gestão dos dinheiros públicos.

A corrupção, pobreza e a repressão dos direitos humanos continuam a afligir a Guiné Equatorial, país sob a liderança do Presidente Teodoro Obiang Nguema, que preside o país desde 1979, considera hoje a Human Rights Watch (HRW).

O ministro dos Transportes de Angola disse hoje que o nível de execução das obras de construção do novo aeroporto internacional de Luanda ganhou velocidade, mas a conclusão só deverá acontecer dentro de 24 meses.

A proteção civil angolana vai receber este ano praticamente metade do valor atribuído no Orçamento Geral do Estado (OGE) de 2017, de acordo com a proposta do Governo que quarta-feira é votada e discutida na generalidade, no parlamento.

A Assembleia Nacional de Angola aprovou um aumento de 5% nos salários-base dos 220 deputados, eleitos por cinco forças políticas, segundo uma resolução de 10 de janeiro, a que a Lusa teve hoje acesso, que tem efeitos retroativos.

A Odebrecht vai encaixar quase 115 milhões de euros com a venda da participação de 16,4% na Sociedade Mineira de Catoca, que explora no leste de Angola a quarta maior mina de diamantes a céu aberto do mundo.

O Governo angolano contabilizou um total de pagamentos em atraso a fornecedores ao Estado de quase 5.000 milhões de euros, acumulados entre 2014 e 2016, com o agravamento da crise provocada pela quebra nas receitas petrolíferas.