Warning: include_once(/home/u160880210/domains/gazetauigense.com/public_html/administrator/components/com_hikashop/helpers/helper.php): Failed to open stream: No such file or directory in /home/u160880210/domains/gazetauigense.com/public_html/plugins/system/hikashop_ga4/hikashop_ga4.php on line 45

Warning: include_once(): Failed opening '/home/u160880210/domains/gazetauigense.com/public_html/administrator/components/com_hikashop/helpers/helper.php' for inclusion (include_path='.:/opt/alt/php83/usr/share/pear:/opt/alt/php83/usr/share/php:/usr/share/pear:/usr/share/php') in /home/u160880210/domains/gazetauigense.com/public_html/plugins/system/hikashop_ga4/hikashop_ga4.php on line 45
Parlamento chumba protesto da UNITA por tratamento desigual dado aos partidos nos órgãos de comunicação social estatal

Parlamento chumba protesto da UNITA por tratamento desigual dado aos partidos nos órgãos de comunicação social estatal

O parlamento angolano rejeitou hoje apreciar um voto de protesto da UNITA (oposição), condenando o tratamento desigual e parcial dado aos partidos políticos e apontando “numerosas práticas antidemocráticas”.

A UNITA realçou, no requerimento apresentado à Assembleia Nacional, que a Constituição da República estabelece que os partidos políticos têm direito a igualdade de tratamento por parte das entidades que exercem o poder público, o que não aconteceu no passado sábado em que foi dado tratamento desigual às atividades partidárias realizada pelo MPLA (no poder), pela UNITA e pelo Bloco Democrático (oposição).

Os líderes dos três partidos discursaram em três cidades diferentes para mobilizar os seus militantes e apoiantes para o arranque do ano político, mas só o comício do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) foi transmitido em direto pela Televisão Publica de Angola (TPA).

No requerimento, a UNITA aponta numerosas práticas antidemocráticas nos últimos tempos e considera que uma das práticas mais escandalosas de abuso de poder “é a forma brutalmente desigual como são tratadas as forças políticas com assento parlamentar pela comunicação social do Estado”.

A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) afirma que “o pluralismo de expressão parece ter sido simplesmente banido” e lembra que no quadro da recuperação de ativos que tem sido levado a cabo pelo Estado angolano “um conjunto de projetos emergentes do segmento TV passaram compulsivamente para a esfera patrimonial do Estado, passando este a deter o monopólio neste segmento”.

Para a UNITA, “os órgãos de comunicação social foram sequestrados pelo partido do poder e os jornalistas estão condicionados pelas ordens superiores do titular do poder executivo e seus auxiliares” pelo que a Assembleia Nacional – com maioria parlamentar do MPLA deve velar pelo cumprimento das leis e da Constituição e aprovar o voto de protesto.

O requerimento da UNITA foi chumbado com 78 votos contra, 63 a favor e duas abstenções.