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Oposição “exige” publicação imediata da lista de cidadãos registados para as eleições gerais

Oposição “exige” publicação imediata da lista de cidadãos registados para as eleições gerais

Partidos políticos na oposição angolana “exigiram” hoje a “publicação imediata” da lista dos cidadãos maiores registados em Angola e no exterior, no âmbito das eleições gerais previstas para agosto próximo, para a garantia da transparência e lisura eleitoral.

O posicionamento consta de um comunicado saído hoje de uma reunião conjunta dos presidentes da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Adalberto Costa Júnior, da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Manuel Fernandes, do Partido de Renovação Social (PRS), Benedito Daniel, da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Nimi a Simbi, do Bloco Democrático (BD), Filomeno Vieira Lopes, e o coordenador do projeto político PRA JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku.

Para a oposição angolana, a publicação imediata da lista dos cidadãos maiores registados em Angola e no exterior, “nos termos da lei”, deve permitir que estes confiram a sua inserção na Base de Dados de Cidadãos Maiores (BDCM).

O processo eleitoral, findo o registo eleitoral oficioso em Angola e no exterior, foi o ponto central desta reunião conjunta que decorreu hoje, em Luanda.

“Os presidentes subscritores manifestaram igualmente preocupação com a violação do nº4 do artigo 17.º da Constituição da República de Angola sobre o direito a um tratamento imparcial dos partidos políticos pela imprensa pública e o direito de oposição democrático”, refere-se no comunicado.

“Tratamento igual” dos partidos políticos, pelos órgãos de comunicação social públicos, é também uma outra “exigência” dos líderes da UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA, BD e do PRA JA Servir Angola.

As próximas eleições gerais em Angola, o quinto pleito da história política do país, estão previstas para a segunda quinzena de agosto próximo.

Catorze milhões de eleitores estão registados para votar nas próximas eleições gerais em Angola, previstas para agosto, segundo o ficheiro informático provisório dos cidadãos maiores entregue, na passada semana, pelo Governo à Comissão Nacional Eleitoral (CNE), mas que pode ainda sofrer alterações.

Segundo o ministro da Administração do Território angolano, Marcy Lopes, que fez a entrega do ficheiro ao presidente da CNE, Manuel Pereira da Silva, o processo resulta de uma obrigação legal após a primeira amostra.

Pelo menos 14 milhões de cidadãos eleitores constam do ficheiro provisório que resulta do processo de registo eleitoral oficioso e presencial que decorreu em Angola e no exterior do país de 23 de setembro de 2021 e 07 de abril de 2022, após prorrogação.

Marcy Lopes explicou que os números “poderão reduzir, em função da retirada da base de dados de cidadãos maiores falecidos e de pessoas que forem condenadas por decisão transitada em julgado”, até à altura da entrega do ficheiro definitivo.

O registo eleitoral oficioso abrangeu pela primeira vez aos cidadãos angolanos residentes no exterior país, tendo sido registados cerca de 18 mil cidadãos que já constam do ficheiro provisório.

O ficheiro informático definitivo de cidadãos com capacidade eleitoral ativa será entregue à CNE até 10 dias após a convocação das eleições por parte do Presidente angolano, João Lourenço.